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Instituto Humana participa de mapeamento na Amazônia: iniciativa é de instituições católicas


Os voluntários da ABAN e do Instituto Humana, Renato Lopes e Inês Bastos, participaram da terceira etapa de um projeto de mapeamento da Amazônia para a Igreja católica e Instituições Católicas. O objetivo da iniciativa é fortalecer a defesa do bioma amazônico e dos povos tradicionais da Amazônia (indígenas, ribeirinhos e quilombolas).

 

Nesta etapa, o foco foram os povos indígenas do noroeste do Mato Grosso.  Dentre as visitas a 9 povos indígenas, o grupo, que integrava a equipe do Instituto Humana; um padre jesuíta especialista em temáticas indígenas, Pe. Rafael Leria e um cinegrafista da TV Nazaré, responsável por documentar a missão, levantou dados sobre riscos, desafios, iniciativas de resistência, cuidado com a cultura, saúde, educação, segurança, entre outros.

 

Para Renato Lopes, o contato próximo com os povos indígenas é uma oportunidade para quebrar barreiras e preconceitos: “Temos um olhar para o índio historicamente construído com muitos preconceitos. Ele é visto como um preguiçoso com muita terra. Mas o que percebemos ao estar com eles é outra coisa. São lutadores e verdadeiros guardiões da floresta. Tanto que os mapas do desmatamento apontam que onde existe floresta realmente preservada são nas terras indígenas”, explica.

 

O Instituto Humana

O Instituto Humana tem a missão de fortalecer o bem e isso pode ocorrer de diversas formas. De acordo com Renato, realizam cursos, treinamentos e consultorias.  Nessa ocasião, a missão foi reunir dados e organizá-los de forma pedagógica para que todos os envolvidos (indígenas, Igreja, instituições) aproveitem os mesmos para tomar decisões que fortaleçam os povos indígenas e suas áreas. “É um prazer fortalecer a luta e a resistência dos povos indígenas e também apoiar quem está protegendo o bioma amazônico”, testemunha Renato.