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ONGs e empresas: como potencializar os impactos positivos na sociedade por meio desta união?


ONGs e empresas: como potencializar os impactos positivos na sociedade por meio desta união?  

Um grande número de pessoas sonha com uma cidade, um país e um mundo, no qual todos possam viver com dignidade e poder de escolha. Mas como reduzir drasticamente a pobreza e ampliar o acesso a itens básicos como saúde, educação e segurança, melhorando a qualidade de vida da população de menor renda?

 Muitos podem dizer que a responsabilidade está no governo e, apesar de empresas e ONGs não substituírem os esforços e a responsabilidade do estado, o segundo e o terceiro setor podem qualificar e complementar a ação governamental nesses segmentos. Sim, a resposta está no fortalecimento das parcerias entre ONGs, empresas, governos e sociedade civil, que podem  - e devem - se unir no intuito de impactar mais pessoas positivamente.

Com 21 anos de atividades, a Aban sempre apostou nessas parcerias para aumentar o alcance de seus projetos sócio ambientais, fossem por meio de ações contínuas ou pontuais. Grande aliado na divulgação dos projetos da Aban, por exemplo, o Zine Cultural vem contribuindo cada vez mais para que o maior número de pessoas cheguem até nós. Para o gerente comercial da empresa Danilo Martins contribuir com o terceiro setor é uma forma de desenvolver a comunidade na qual a empresa está inserida. "Todo o investimento retorna à empresa em forma de ativos para marca e contribui para uma sociedade mais justa e sustentável", comenta.

Há de se considerar ainda que as questões sociais e ambientais nunca estiveram tão em voga e estar envolvida com essas responsabilidades é um fator de extrema importância paras as gerações milênio ou Y. Isso quer dizer que, quanto mais a empresa se mostre sensível a esses temas, mais engajamento, posicionamento e fortalecimento da marca ela vai gerar.

Outra parceria que há quatro anos vem rendendo bons frutos diz respeito ao projeto Empregabilidade da Aban que, com o apoio do Hospital Monte Sinai, investe na formações de jovens aprendizes com o objetivo de inseri-los no mercado de trabalho. Integrante do Comitê de Sustentabilidade e analista de Comunicação e Marketing do Hospital, Lívia Laroqui ressalta que, após os cursos, são garantidas a recolocação e continuação no mercado de trabalho dos participantes. "Agora temos funcionárias e jovens aprendizes do Dom Bosco que conquistaram seu lugar em nossa equipe! É uma forma de valorizarmos os talentos locais", afirma.

Para gerar grandes mudanças positivas, é preciso entender de uma vez por todas todos os setores estão entrelaçados. Projetos como o ÓleoVita (que recicla óleo de cozinha usado) só são possíveis, por exemplo, pela disponibilidade de empresas como o Grupo Bahamas, que cede pontos físicos de seus estabelecimentos para a coleta dessa matéria-prima.

Mais do que nunca, o terceiro setor tem ocupado e desempenhado um papel importante na dinâmica da sociedade, o que faz com que cada vez mais empresas compromissadas com o bem comum queiram se envolver em ações socialmente transformadoras. Para fechar o ciclo, está o consumidor que também tem mostrado que o que interessa hoje é a empresa cidadã.

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